Vale-Cultura segue para o Senado
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, dia 14/10, o Projeto de Lei (PL) 5798/09, que cria o Vale-Cultura para trabalhadores com salários de até cinco mínimos. Na oportunidade, os deputados estenderam, através de emenda, o Vale-Cultura para servidores públicos, estagiários e aposentados. Agora, o PL segue para o Senado Federal.
O Ministério da Cultura prevê que, através do Vale-Cultura, serão injetados cerca de R$ 7,2 bilhões de reais por ano no mercado cultural do país.
Mais informações: http://blogs.cultura.gov.br/valecultura/
Por Aline Rechmann
Donna Fashion Iguatemi
Desde a sua primeira edição em 2001 o Donna Fashion Iguatemi se mostra um dos principais eventos de moda do sul do país, trazendo informações, e tendências de moda para o público gaúcho. Esse ano o calendário da moda para o verão é inspirado na música com o tema Moda, Música e Atitude. A última edição do evento os desfiles trouxeram as inspirações, e nomes parisienses para as passarelas, em comemoração ao Ana da França no Brasil, era Paris mo clima do inverno aqui.
Agora as criações são embaladas pelas marcas que vestirão as pessoas nas ruas nesse verão. Ellus, Renner, Lua, Paquet´s, Spirito Santo, Reebok, Herchcovitch, Bob Store, Hugo Concept e Cori foram alguns dos nomes que desfilaram. Ainda C&A Kids e Lilica&Tigor, PUC e Green fizeram a festa na moda infantil.
Na entrada do evento, os convidados podem ouvir uma seleção musical assinada pela equipe da Rádio Itapema. O DJ Fábio Codevilla leva seu setlist para embalar os intervalos dos desfiles. Distribuídas pelo espaço, bancadas interativas convidam os fashionistas a escrever a letra de sua música preferida ou tirar fotos em um cenário inspirado nos Beatles.
Link Donna Fashion Iguatemi: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donnafashioniguatemi/home,0,3191,Home.html
Link para aslguns videos do desfile: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donnafashioniguatemi/conteudo,0,3202,Videos.html
Por Alisson Machado.
Acadêmicos de Jornalismo criam mais um jornal na região
O Especial é um jornal que surgiu da idéia do acadêmico Douglas, que gostaria de relatar as suas viagens e experiências de mochila, inicialmente na idéia de um folheto. Cursando Jornalismo no Centro de Educação Superior Norte – RS, Universidade Federal de Santa Maria, campi de Frederico Westphalen, além das suas histórias resolveu levar informação a população de Erval Seco e região, já que na cidade, foram os pioneiros do jornalismo impresso. A equipe é formada por onze pessoas, um jornalista diplomado, e nove acadêmicos. Douglas me conta que o jornal circula em Erval Seco, Dois Irmãos das Missões, Frederico, Seberi e mais vinte e três cidades via correio.

1ª edição
“A aceitação foi ótima, estamos com 500 assinantes e queremos chegar a 1000 ate o findo do ano. Os leitores podem esperar um jornal com qualidade no papel, 65% colorido e principalmente atraente em informações, publicidade e entretenimento tudo isso focando o local” afirma ele. Aliando vontade, teoria e prática a equipe vai realizando O ESPECIAL, e se emocionando com ele.
Por Alisson Machado.
Editor do Zero Hora, Ticiano Osório fala sobre os desafios do jornalismo impresso na era digital
“Inquietude e desejo de reinventar-se” foram os termos usados por Ticiano Osório, editor do Segundo Caderno, do jornal Zero Hora, quando escreveu sobre a versão online e o novo projeto gráfico do caderno Donna, na edição do dia 12 de setembro. Mas com todos os desesperadores (para aqueles que ainda admiram a informação em folhas de papel) dados a respeito do declínio nas vendas de jornal impresso, perguntamo-nos: será que basta para um tablóide hoje, reinventar-se graficamente? Foi essa a questão que levou a equipe do Pandora Cult a procura de Ticiano Osório, que mostrando-se muito solícito, falou a respeito do “jornalismo de papel” nos dias de hoje.
Universidades que contemplam o curso de jornalismo discutem fervorosamente maneiras e até mesmo fórmulas – achou que estava livre delas por fazer ciências sociais? – de fazer com que o impresso sobreviva aos sites, blogs e até twitters da vida moderna. Mas como fazer isso numa época em que 24 horas tornam-se 5 minutos na capitalista e concorrida vida que nos sustenta? Cada vez mais extensos e por vezes, apelativamente sensacionalistas, os jornais buscam soluções para atrair o público leitor.
Não foi só o caderno dominical Donna que atualizou seu visual, mas sim todo o Zero Hora, quando, recentemente, inaugurou seu novo parque gráfico. Segundo Ticiano, com exceção de algumas mudanças de espaço dos colunistas, o público tem aprovado as inovações, que apostam em mais cor e melhor organização. “Mas isso não é suficiente. Por trás da embalagem, precisa haver conteúdo, ideias, serviço”, salienta o editor, que está ciente quanto aos desafios da era digital:
- Urge que os jornais impressos repensem seus conteúdos e também a abordagem dos assuntos. Por exemplo: diante de um fato acontecido às 8h da manhã, que vai ser reverberado em rádios, TVs, internet, o que um jornal impresso deve fazer? Como divulgar aquele fato, que é importante, mas sem se tornar repetitivo? Como surpreender o leitor, como fisgar sua atenção, como mostrar para ele que seu jornal é indispensável?
Usando-se de teorias de especialistas, Ticiano coloca como possível solução o jornalismo de nicho, hiperlocalizado ou segmentado. Mas tendo em mãos tais desafios e preocupações, pergunto ao editor se ele acredita no futuro do impresso. E tenho uma resposta realista:
- Acredito. Zero Hora, aliás, é um exemplo mundial, pois suas tiragens não só não estão caindo; aumentaram. Não vou fazer um exercício de futurologia para imaginar quantos anos o papel ainda tem pela frente, mas ainda vejo futuro. O fetiche do papel não morrerá tão facilmente. O segredo é não combater o online, mas juntar forças.
E aos que resistiram a queda da exigência do diploma na profissão de jornalista, e amantes das redações de impresso ainda resistem sonhando em trabalhar na área, depois de oito desafiantes semestres de curso, Ticiano Osório indica:
- O jornalista do futuro deve entrar numa redação de jornal impresso com a cabeça voltada para o jornalismo online. Deve saber que cada pauta pode gerar vídeos, audioslides, gráficos interativos. Deve inclusive fazer treinamento com equipamentos de vídeo e de computação gráfica. Deve, também, saber como lidar com as redes sociais que surgem a todo momento (Twitter, Facebook, etc.). E deve, claro, ler muito, porque, pelo menos no jornalismo impresso, texto segue sendo fundamental.
Por Melissa Resch.
Vale-Cultura
O Projeto de Lei 5798/2009 (PL) que cria o Vale-Cultura está sendo analisado simultaneamente nas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Educação e Cultura (CEC), Finanças e Tributação (CFT) e de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) até o dia 10 de outubro, em regime de urgência.
O Vale-Cultura é o primeiro programa do governo federal que visa o incentivo ao consumo cultural. Através do Vale-Cultura os trabalhadores, empregados por empresas que aderirem ao programa, receberão a quantia de R$ 50,00 por mês para a aquisição de ingressos para teatro, cinema, shows, de livros e demais bens culturais.
Você pode acompanhar o andamento do projeto através do site http://www2.camara.gov.br/proposicoes. Basta informar o número do PL e cadastrar seu e-mail para monitorá-lo.
Por Aline Rechmann
O culto a Beleza nas Academias
As academias estão ocupando um espaço cada dia maior na vida das pessoas, o culto ao corpo se tornou antes de qualquer coisa ‘necessário’ para a sobrevivência, na sociedade pós- moderna. As pessoas estão frenéticas e compulsivas na luta contra o que consideram foras dos padrões estéticos. A mídia contribui quase que na maioria do tempo nessa ‘batalha’ para a perfeição, sobretudo as revistas especializadas. Os jovens sofrem na pele um novo tipo de escravidão: aquela da beleza absoluta, com parâmetros que lhe são cobrados como condição fundamental para terem acesso a uma vida feliz e realizada.
Nesta época do ano, entrada para o verão, as academias de ginástica lotam completamente. Janaina Almeida, instrutora de academia e personal trainer, explica que variam muito os motivos que levam as pessoas a freqüentarem academias, entre eles estão: a busca de melhoria da condição física e da saúde; a busca do relaxamento, descarga de energia; estética ou beleza corporal; identidade pessoal ou socialização; satisfação; disciplina e equilíbrio pessoal ou até mesmo recomendação médica. Mas afirma que em muitos casos se está em uma academia somente por ‘ter’ que estar nela. ”vejo pessoas que fazem os exercícios como um martírio diário”,afirma.
O Brasil é líder na América Latina quando se fala em idealização corporal, possuí a população mais preocupada com a aparência física, justificada pele tropicaliedade e levando em consideração sua cultura e costumes vigentes, corpos bonitos, carnaval e futebol. Possui milhares de academias e este mercado de ‘culto a beleza’ é responsável por 3% do PIB e emprega quase 300 mil pessoas.
Mas não há como negar os benefícios da atividade física regular, vem sendo reconhecidos pela população causando maior aceitação e conscientização que essas atividades físicas proporcionam efeitos como bem-estar físico e emocional além de estético. A crescente aderência às atividades oferecidas nas academias tem motivos e fatores variados e o ambiente sociocultural parece ser uma das condições determinantes para o desenvolvimento de distorções e distúrbios subjetivos da imagem corporal. O que se recomenda é a atividade física regular e supervisionada e boa alimentação, aliando saúde e condicionamento físico, tudo em excesso faz mal, como afirma a personal trainer Jananina.
Por Tainan Tomazetti.
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